Promoção: Quero ser personagem do novo livro do Maurício Gomyde

sábado, 9 de março de 2013

Você já se imaginou como personagem de uma história?
O autor Maurício Gomyde pode te dar essa oportunidade.
Através dessa promoção, a pessoa sorteada terá o nome e algumas características encaixadas na personagem do próximo livro do autor.


Para participar é muito simples, basta seguir três passos:

1- Comentar nesse post com a frase: "Eu quero ser personagem do novo livro do Maurício Gomyde". 
2- Curtir a página do Maurício no Facebook aqui
3- Preencher o formulário no site do autor aqui - Até às 12h do dia 26/05 (Não se esqueça de selecionar o Baseado em fatos literários como blog no qual você participou)

O autor vai sortear ainda um  Kindle e  8 exemplares do livro "O Rosto que Precede o Sonho", autografados e com marcador entre os participantes.

Os sorteios serão realizados nas seguintes datas:
24/03 - 1 O Rosto que Precede o Sonho + Marcador Autografado
31/03 - 1 O Rosto que Precede o Sonho + Marcador Autografado
07/04 - 1 O Rosto que Precede o Sonho + Marcador Autografado
14/04 - 1 O Rosto que Precede o Sonho + Marcador Autografado
21/04 - 1 O Rosto que Precede o Sonho + Marcador Autografado
28/04 - 1 O Rosto que Precede o Sonho + Marcador Autografado
05/05 - 1 O Rosto que Precede o Sonho + Marcador Autografado
12/05 - 1 O Rosto que Precede o Sonho + Marcador Autografado
19/04 - 1 Kindle
26/05 - Personagem do Livro

Importante: É uma personagem feminina! Caso o vencedor seja um homem, ele pode indicar uma pessoa para homenagear (mãe, namorada, esposa, amiga, filha, etc.) e o nome sofrerá o crivo do autor.

Curiosidade: Pessoas que leem são mais legais

sexta-feira, 8 de março de 2013



Uma pesquisa da Universidade de Washington e Lee, dos Estados Unidos, apontou que pessoas que leem são mais legais do que pessoas que não leem. O fato foi constatado com um teste simples: colocaram voluntários para ler uma história bem curtinha, fizeram perguntas para identificar o quanto cada um curtiu o que leu e aí derrubaram um monte de canetas no chão. O estudo aponta que, quanto mais transportadas para dentro da história as pessoas tinham sido, maiores eram as chances de levantarem da cadeira para ajudar a recolher as canetas. 

A explicação é que quando lemos algo que realmente mexe com a gente, criamos empatia pelos personagens da história - e quanto maior a empatia, mais propenso a  gente fica a legal com os outros na vida real. 

Tudo o que é sólido pode derreter - Rafael Gomes

domingo, 3 de março de 2013

Autor - Rafael Gomes
Editora - Leya


O mundo de Sofia encontra a Literatura! Que tal ser amiga de Thereza, uma jovem cheia de sonhos, e junto com ela e seus amigos da escola envolver-se no mundo da literatura e descobrir que, sim, a vida fi ca muito mais encantadora na companhia de Machado de Assis, Fernando Pessoa e Camões? Considerado O mundo de Sofia da literatura, Tudo o que é sólido pode derreter traça paralelos entre os livros e a vida, e constrói uma crônica juvenil delicada e divertida, que mistura humor e drama para abordar o tema da transição para a idade adulta. 


"Tem gente que ouve bandas de rock, gente que joga vôlei, coleciona quadrinhos, anda de skate, conheço até gente que aprende a fazer tricô com a avó ou se dedica a catalogar passarinhos pelos parques da cidade. Eu leio." Pág. 16

Um dos melhores livros livros nacionais que eu já li. Desculpem se a resenha ficar muito grande ;)
Tudo o que é sólido pode derreter conta a história de Thereza, uma adolescente de 15 anos que está no primeiro ano do colegial e tem todas as dúvidas normais a pessoas dessa idade. Além disso, perdeu um tio que era muito próximo a ela e sempre dava conselhos sobre suas dúvidas e afins. Na escola, Thereza tem aulas de literatura (óbvio) e o professor cobra leituras de alguns clássicos. No meio dessas leituras, a vida e os dramas da personagem vão se misturando com os livros, já que sem os conselhos do tio, Thereza vai tirando lições deles.

Quem nunca 'sofreu' pra ler um clássico obrigado na escola ou no vestibular não é mesmo? E tem também o fato de que alguns tem uma linguagem muito complicada que a gente acaba não entendendo nada. Em Tudo o que é sólido pode derreter, a vida de Thereza é um passeio por esses livros, de forma que a gente conhece o gênero literário e a história, tudo de forma divertida e dinâmica sem ficar cansativo ou maçante, já que em meio aos clássicos tem todas as aventuras de Thereza e seus amigos.

Uma coisa muito bacana no livro é que, por ele ser brasileiro, dá pra ter uma identificação muito grande com a história, porque a escola é exatamente do jeito que as que a gente frequenta. Em livros estrangeiros tem toda aquela coisa de armários, alunos que trocam de sala e ficam quase o dia todo na escola, almoçam lá e etc, e aqui no Brasil não tem nada disso. Então é muito bacana ver que o cotidiano de Thereza não é muito diferente do nosso. Ela estuda em uma escola estadual, não é super popular, tem amigos normais, pessoas de que gosta e que não gosta, pega ônibus, tem matérias que a gente já teve ou ainda tem, é tudo muito  real e parecido com situações do nosso cotidiano.

"...Quer dizer, a Idade Média é velha pra burro e os Autos, portanto, são tão velhos quanto. Mas não é incrível que ainda hoje a gente leia essa peça do Gil Vicente e ela possa ser divertida e atual? Mais do que isso, que ela possa ser atualizada sem nenhum prejuízo em seu sentido?" Pág. 26

Cada capítulo é um clássico abordado. E outra coisa muito bacana é que essa mistura de livros não prejudica a história. O autor soube encaixar os livros com o momento vivido pelos personagens. Em algumas partes existe uma explicação muito grande da obra que fica parecendo um livro de história da literatura, mas no geral o livro é uma releitura atualizada de grande parte da literatura brasileira e portuguesa, e isso é muito interessante. O livro mistura a realidade de Thereza com a fantasia dos livros, que vão desde Os Lusíadas, Auto da Barca do Inferno até Dom Casmurro, entre outros.Thereza é uma adolescente mas nem por isso é chata ou cheia de inseguranças. Ela é uma personagem divertida e que tem algumas dúvidas, mas que são normais, do tipo primeiro amor, rivalidades na escola, nada muito dramático. Eu já falei ali em cima que dá pra se identificar com muita coisa no livro, e os amigos de Thereza são uma dessas coisas. Tem Marcus que é super amigo, tímido e sem noção; Letícia - a melhor amiga desencanada, Noa - a amiga que mora em outro país e elas conversam apenas virtualmente, Dalila - a patricinha e João Felipe - o simpático e querido por todos  Pelo menos algum amigo nosso é parecido com os de Thereza. Os personagens são muito bem construídos e carismáticos e a história é muito divertida e prazerosa.

É um livro que você se diverte e aprende ao mesmo tempo. É um passeio pela história de Thereza e pelos clássicos da literatura. E que nos faz perceber que a literatura clássica não precisa ser maçante, é tudo uma questão de interpretação. Leitura altamente recomendada.

PS: O livro foi originado de um curta, que posteriormente foi adaptado para uma série de televisão, exibida em 2009 na TV Cultura. A série só teve uma temporada de 13 episódios. Quem quiser assistir, no site da TV Cultura tem todos os episódios e você pode assistir aqui.

1ª Semana do livro digital - de 3 a 9 de março

sábado, 2 de março de 2013



A partir deste domingo (3), leitores de todo o Brasil terão um motivo a mais para conhecer e experimentar o livro digital.  Livrarias, editoras e autores promovem a 1ª Semana do Livro Digital, evento online que oferecerá  ebooks gratuitos ou com descontos especiais. Já está confirmada a participação de nomes tradicionais do mercado editorial, como Livraria Cultura, Editora Zahar, Editora FGV, Grupo Editorial Summus, entre outras editoras e  autores independentes.

As promoções estarão concentradas no site semanadolivrodigital.com.br entre os dias 3 e 9 de março. O site funcionará como uma "feira do livro" online. O leitor poderá navegar pelas promoções, conforme o tipo - descontos, livros grátis ou buscando diretamente a livraria ou editora de sua preferência.

A Semana do Livro Digital é um evento online que acontece desde 2004 nos Estados Unidos e Canadá, onde chama-se Read an Ebook Week. A primeira edição brasileira do evento é uma iniciativa da Simplíssimo, empresa gaúcha especializada em livros digitais que atende o mercado editorial desde 2010. 

Adaptações de livros nos cinemas - Março

sexta-feira, 1 de março de 2013


Dezesseis Luas - Ethan Wate, é um estudante de colegial que fica enfeitiçado por Lena Duchannes, aluna nova, de 16 anos, que acaba de chegar de outro estado - e com quem ele estranhamente tinha pesadelos há meses. Os dois se unem para enfrentar uma maldição sobrenatural que persegue a família dela há gerações: sempre que uma Duchannes completa 16 anos, ela deve escolher se será para a vida toda uma feiticeira do Bem ou do Mal.
Estreia em 01/03 (Editora Record)






Hitchcock - Baseado no livro de mesmo nome, o filme vai mostrar como foram os bastidores do clássico Psicose, de Alfred Hitchcock. Na época, mesmo estando no auge de sua carreira, o cineasta não conseguiu apoio para realizar a obra porque os estúdios não queriam investir no gênero. O resultado foi uma produção - praticamente - independente, de baixo orçamento, rodada em preto e branco, que se tornou uma referência no cinema mundial.
Estréia em  01/03(Editora Intrínseca)





A Hospedeira - A Terra foi dominada por um inimigo invisível, que controla as mentes e os corpos dos humanos. Melanie é uma das poucas que ainda não foi dominada. Mesmo infectada, resiste bravamente contra Peregrina, a alma invasora que tenta se hospedar em seu corpo. A missão de Peregrina é encontrar, nos pensamentos da jovem, o paradeiro dos últimos humanos não infectados.
Estréia em 26/03 (Editora Intrínseca)




A Garota americana / Quase Pronta - Meg Cabot

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Autora: Meg Cabot
Editora: Bestbolso
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A Garota Americana


Em A GAROTA AMERICANA, Meg Cabot nos presenteia com mais um romance inteligente e divertido sobre os problemas, desejos e anseios de uma típica adolescente. Afinal, Samantha Madison é uma garota comum, que leva uma vida muito parecida com a de tantas meninas de sua idade. Pelo menos, até resolver matar a aula de arte e acabar salvando por acaso a vida do presidente dos Estados Unidos. Então, tudo muda para ela: o mundo começa a venerá-la como uma heroína e seus dias de anonimato parecem ter definitivamente chegado ao fim. Como agradecimento por seu ato de coragem, o presidente a indica para o cargo de embaixadora teen da ONU. De quebra, Samantha ainda acaba conquistando o coração de David, o primeiro-filho.

A Garota Americana conta a história de Samantha Madison, uma adolescente um tanto rebelde, que um dia salva a vida do presidente dos Estados Unidos em um ato impulsivo e não tão corajoso como as pessoas pensam. Samantha fica conhecida como um heroína e vê sua vida mudar completamente.

Samantha nunca foi popular na escola, pelo contrário, sempre sofria uma espécie de buylling pelo seu não tradicional de se vestir (sempre de preto) e por gostar de arte. Ela é apaixonada pelo namorado da sua irmã Lucy, Jack, e 'sofre' com a beleza de Lucy e a inteligência de sua outra irmã Rebecca. Depois de salvar o presidente, Samantha descobre que o seu colega da aula de artes é o filho do presidente e está apaixonado por ela. Além também de com a fama repentina, conquistar a atenção de pessoas que antes a desprezavam na escola.

A narração é em terceira pessoa e personagem principal é engraçada, então dá pra se se divertir bastante com as trapalhadas dela. Porém, o livro tem várias expressões repetidas que cansam um pouco ler toda hora. Coisas como 'tipo', 'sabe como é', e algumas frases que ela finaliza com 'isso não aquilo', no lugar de isso e aquilo é a comparação de algumas coisa com outra, por exemplo 'leite não café', 'blusa não casaco', não sei se deu pra entender.

A história é leve e engraçada em alguns momentos. A protagonista é uma adolescente típica, cheia de preocupações que nessa idade parecem ser importantes, tem uma personalidade própria e defende as coisas em que acredita. David é um fofo, Jack eu não sei muito bem o que é, um artista incompreendido talvez e Lucy é minha personagem preferida, do tipo popular mas que não tem problemas em defender as coisas em que acredita mesmo que isso custe sua felicidade ou popularidade.

O livro é indicado para quem procura uma leitura despretensiosa, pois por ser um livro adolescente é recheado daqueles clichês desse gênero, que é mais para divertir sem trazer grandes reflexões. De qualquer forma e apesar da narrativa, de uma forma geral o livro prendeu minha atenção e me agradou..

Quase Pronta
(Pode conter spoilers do primeiro livro)
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Em QUASE PRONTA, Samantha Madison tem novas preocupações: além de suas atividades como embaixadora teen da ONU e das aulas de arte, precisa conciliar o colégio com um emprego de meio-expediente na videolocadora Potomac e com o namorado, David, filho do presidente. O feriado de Ação de Graças está chegando e David a convida para passar o fim de semana na casa de campo presidencial. Ele tem mil atividades programadas para eles, mas Samantha desconfia de que seu namorado a tenha convidado por outro motivo. E, se isso for verdade, não tem certeza se estará preparada.

Totalmente desnecessário define essa continuação de A garota americana.O primeiro livro teve um final que não pedia continuações, terminou sem pontas com tudo se encaixando e essa continuação não acrescentou nada na história do primeiro livro.

Em Quase Pronta se passou um ano desde o fim de A garota americana. Samantha está com David, Jack foi para a faculdade em outra cidade mas continua com Lucy, Samantha ainda é embaixadora teen da ONU, nada mudou muito. Até David fazer um convite para Sam passar o feriado de ação de graças com ele em Camp David, uma espécie casa de campo do presidente. Sam pensa que as intenções de David são outras e fica preocupada sobre a decisão que deve tomar. E aí vai o livro inteiro.

Samantha é extremamente irritante com seus pensamentos sobre a situação. Ela começa a evitar David em vez de conversar e esclarecer as coisas e o menino fica sem entender nada. Tudo o que acontece ela relaciona com o fato do convite. O livro INTEIRO é apenas ela preocupada se está preparada para passar o fim de semana com o namorado. Não existe história, não tem nada acontecendo. A menina ficou obcecada e paranoica e tudo o que ela faz é pensar nisso o dia todo. Se cai um raio ela pensa ' ai meu Deus o David me convidou', se chega visita ela pensa 'ai meu Deus ela sabe que o David me convidou'. 

Em outras partes tem a Lucy e o David que continuam sendo fofos e deram um up no livro. A narrativa continua com as repetições de expressões e a Samantha tem alguns comportamentos que eu não sei de onde saiu, tipo o fato de ela gostar do Jack antes e agora falar dele como se sempre tivesse sido alguém que ela odiasse. 

Enfim, realmente não gostei do livro. A Meg estragou uma história boa com uma continuação que não precisava. Qual o sentido de fazer um livro inteiro só com a protagonista pensando 'faço ou faço?'. Isso mesmo, nenhum.

Lola e o garoto da casa ao lado - Stephanie Perkins

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Autora: Stephanie Perkins
Editora: Novo Conceito

A designer-revelação Lola Nolan não acredita em moda… ela acredita em trajes. Quanto mais expressiva for a roupa — mais brilhante, mais divertida, mais selvagem — melhor. Mas apesar de o estilo de Lola ser ultrajante, ela é uma filha e amiga dedicada com grandes planos para o futuro. E tudo está muito perfeito (até mesmo com seu namorado roqueiro gostoso) até os gêmeos Bell, Calliope e Cricket, voltarem ao seu bairro. Quando Cricket — um inventor habilidoso — sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela finalmente precisa conciliar uma vida de sentimentos pelo garoto da porta ao lado.





Sabe aquelas histórias simples e despretensiosas que te prendem desde o inicio e te fazem rir, suspirar e ficar com um sorriso bobo na cara? Assim é a história de Lola e o garoto da casa ao lado.
Stehanie Perkins já tinha me conquistado com 'Anna e o Beijo Francês' e terminou de ganhar o meu amor agora.

Lola é uma garota diferente, com uma personalidade única e um estilo idem. Tem um jeito próprio de se vestir e está sempre com uma roupa diferente e colorida, mais como um figurino. Apesar do seu jeito não convencional de se vestir, Lola é uma adolescente como outra qualquer, com seus conflitos em família e amorosos.

Isso é uma coisa que eu gosto nos livros da Stephanie: o foco não fica apenas no romance central, tem espaço para outros personagens e histórias paralelas se desenvolverem. Em Lola e o Garoto da casa ao lado existe um drama familiar, por ela ter sido 'abandonada' pela mãe alcoólatra e criada por dois pais, o namorado rock star e o amigo de infância que retorna e por quem ela foi apaixonada quando mais jovem. E Cricket (o vizinho) também tem seus dramas, como a irmã estrela.

O livro não é perfeito, claro. E por ser um livro mais adolescente acredito que ele nem tenha a pretensão de ser perfeito.Mas cumpre bem bem o papel de nos distrair, divertir e envolver na história. A leitura flui de forma que dá pra terminar de ler em um dia, no máximo dois.


Anna e St. Clair de Anna e o beijo francês são um bônus presente no livro. Quem já leu o outro livro de erkins pode matar a saudade dos personagens e ver o que aconteceu como eles estão agora. Quem não leu pode conhece-los um pouco sem ficar perdido, já que eles ali como parte da história de Lola, de forma que não é necessário ler um livro antes do outro. 

A história de Lola e Cricket é cheia de desencontros e confesso que eu tive uma queda maior pelo namorado rockeiro, já que Cricket é um pouco inseguro e irritante as vezes. Mas no fim aconteceram algumas coisas que me fizeram mudar de lado.

Lola e o garoto da casa ao lado e um livro que eu recomendo pra quem quer uma historia leve e gostosinha, que te distrai e deixa encantado ao mesmo tempo.